Ataque a jogadora 'biscate' para jogo do Brasileirão Feminino Sub-20; não foi racismo
Protocolo antirracista foi acionado após ofensa de gíria sexual e não pela cor de pele ou raça. O incidente ocorreu na semifinal entre São Paulo e Ferroviária, resultando na retirada do maqueiro envolvido.
UOL Palmeiras · 20 de maio de 2026 às 21:38

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A zagueira Sarah Aysha, do São Paulo, foi ofendida durante a semifinal do Brasileirão Feminino Sub-20 contra a Ferroviária. A jogadora acusou um dos maqueiros de proferir as palavras 'vá tomar no c#' e 'biscate', causando a paralisação do jogo pela árbitra aos 47 minutos do segundo tempo. A situação gerou grande comoção e levou ao acionamento do protocolo antirracismo, embora as ofensas não tivessem cunho de raça ou cor, mas sim sexual.
O incidente ocorreu aos 45 minutos do segundo tempo, quando Sarah Aysha precisou de atendimento médico. Ao ser retirada de maca, ela alegou ter sido ofendida pelo maqueiro. A atleta, visivelmente abalada, chorou e, ao retornar ao campo, o depoimento dela foi registrado pelas câmeras do Sportv. Ela reiterou as ofensas ao repórter após a partida, ao dizer que 'É inadmissível! A gente tá em uma categoria de base, a gente tá aqui para aprender sobre futebol. Em um momento daquele, o cara me mandar tomar no c# e me chamar de biscate é inadmissível.'
A árbitra Talita Ximenes de Freitas agiu prontamente, paralisando a partida e acionando o protocolo. Esse tipo de atitude é crucial para garantir a integridade dos atletas e o ambiente de respeito nas competições. O maqueiro envolvido na situação foi retirado da área de jogo, como parte do procedimento. O São Paulo venceu a partida por 4 a 2 e avançou para a final do campeonato.
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