Boca Juniors: De bicho-papão a 20 anos de jejum e vexames na Bombonera
O Boca Juniors vive um período de declínio, acumulando eliminações na Bombonera e um jejum de títulos na Libertadores que já dura duas décadas. A mística do estádio, que antes era uma fortaleza, agora se desfaz com as frequentes derrotas em casa.
UOL Palmeiras · 29 de maio de 2026 às 14:40

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O outrora temido Boca Juniors, gigante do futebol sul-americano, enfrenta um momento de profunda crise, especialmente evidente em seu lendário estádio, a Bombonera. Antiga fortaleza onde adversários tremiam, o palco Xeneize virou sinônimo de frustração e vexames para a torcida. A eliminação recente na Libertadores de 2026 para a Universidad Católica apenas ampliou uma incômoda sequência de cinco quedas dentro de seus domínios desde março de 2025, evidenciando o abandono da imagem de bicho-papão.
Longe dos holofotes internacionais, o clube argentino não celebra um título da Libertadores há 20 anos, desde 2007. Tal cenário de dificuldades para recuperar o protagonismo apenas agrava a pressão sobre a gestão de Juan Román Riquelme. Ídolo nos gramados, Riquelme assumiu a presidência com a promessa de resgatar a hegemonia, mas até agora não conseguiu converter seu legado em conquistas administrativas.
Desde que Riquelme assumiu, o Boca Juniors tem acumulado campanhas frustradas. Em 2024, o clube foi eliminado nas semifinais de duas competições nacionais e nas oitavas da Sul-Americana, além de um modesto sexto lugar na Liga Profesional. As temporadas seguintes, 2025 e 2026, registraram quedas ainda mais precoces na Libertadores, no Mundial de Clubes e torneios domésticos, consolidando a perda daquele brilho que outrora marcou a história do clube.
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