Palmeiras exige punição severa da CBF para árbitros após polêmica do VAR
O Palmeiras cobra da CBF uma punição rigorosa aos árbitros Rafael Rodrigo Klein e Rafael Traci, envolvidos na anulação do gol de Bruno Fuchs contra o Remo. O clube usa o caso Ramon Abatti como precedente para exigir medidas enérgicas.
UOL Palmeiras · 11 de maio de 2026 às 15:11

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O Palmeiras está se movimentando para pressionar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a aplicar sanções pesadas aos árbitros Rafael Rodrigo Klein, do Rio Grande do Sul, e Rafael Traci, de Santa Catarina. A irritação do clube se deu após a anulação do gol de Bruno Fuchs na partida contra o Remo, que poderia ter encaminhado a vitória alviverde. O time argumenta que o lance foi interpretado erroneamente e que a equipe de arbitragem não discutiu a regra corretamente.
Para embasar sua exigência, o Palmeiras utiliza como exemplo o caso do árbitro Ramon Abatti Abel. No ano passado, Abatti foi afastado pela CBF e suspenso por 40 dias pelo STJD após cometer erros graves no clássico entre São Paulo e Palmeiras, que inclui um pênalti não marcado e expulsões que não foram assinaladas. O clube acredita que, se houve punição severa naquela situação devido à repercussão, o mesmo deve ocorrer agora.
A divulgação do áudio do VAR pela CBF intensificou a insatisfação do Palmeiras. A avaliação interna aponta que, em nenhum momento da revisão do lance, houve discussão sobre a regra do jogo em relação ao toque acidental de mão antes de um gol, conforme previsto nas diretrizes. O diretor de futebol Anderson Barros, em coletiva pós-jogo, fez questão de ler a regra explicitamente, reforçando que o toque acidental inicial, se a bola sobra para outro jogador que finaliza, não é infração.
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